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Vol. 37. Núm. 10.Outubro 2018
Páginas 799-872
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Vol. 37. Núm. 10.Outubro 2018
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DOI: 10.1016/j.repc.2018.10.002
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Errata a «Insuficiência Cardíaca em números: estimativas para o século XXI em Portugal»
Errata to “Heart failure in numbers: Estimates for the 21st century in Portugal”
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Cândida Fonsecaa,c,
Autor para correspondência
mcandidafonseca@gmail.com

Autor para correspondência.
, Daniel Brásb, Inês Araújoa,c, Fátima Ceiac
a Unidade de Insuficiência Cardíaca, Serviço de Medicina III e Hospital Dia, Hospital São Francisco Xavier ‐ Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, Lisboa, Portugal
b Departamento Médico, Novartis Farma ‐ Produtos Farmacêuticos SA, Lisboa, Portugal
c NOVA Medical School, Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, Portugal
Conteúdo relacionado
Rev Port Cardiol 2018;37:97-10410.1016/j.repc.2017.11.010
Cândida Fonseca, Daniel Brás, Inês Araújo, Fátima Ceia
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Tabelas (1)
Tabela 1. Estimativa, em números absolutos, dos diversos tipos de IC na populac¸ão com idade superior a 25 anos
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No artigo «Insuficiência Cardíaca em números: estimativas para o século XXI em Portugal» Rev Port Cardiol. 2018;37(2):97‐104, por favor considerar as seguintes correções:

  • 1)

    Na secção de resultados, no número de indivíduos afetados pela síndrome, onde se lê «De acordo com o estudo EPICA, constatou‐se que a IC com função sistólica preservada é a mais frequente, seguida da IC por disfunção sistólica. Em relação à IC com função sistólica preservada, em 2018, estima‐se que o número absoluto de doentes atinja os 126 898 indivíduos. De realçar que temos uma prevalência superior no sexo feminino, 96 762 indivíduos, no mesmo ano. Relativamente à disfunção sistólica encontramos uma prevalência superior no sexo masculino espera‐se, assim que 65 408, 65 441, 57 769 e 51 381 indivíduos do sexo masculino sejam afetados por esse tipo de IC em 2018, 2035, 2060 e 2080, respetivamente.», deve‐se ler «De acordo com o estudo EPICA, constatou‐se que a IC com função sistólica preservada é a mais frequente, seguida da IC por disfunção sistólica. Em relação à IC com função sistólica preservada, em 2018, estima‐se que o número absoluto de doentes atinja os 159 717 indivíduos. De realçar que temos uma prevalência superior no sexo feminino, 119 976 indivíduos, no mesmo ano. Relativamente à disfunção sistólica encontramos uma prevalência superior no sexo masculino espera‐se, assim que 71 769, 79 477, 74 721 e 67 814 indivíduos do sexo masculino sejam afetados por esse tipo de IC em 2018, 2035, 2060 e 2080, respetivamente.».

  • 2)

    Na secção dos resultados, na estimativa por classificação da NYHA, onde se lê «Foi, ainda, estimado o número absoluto de indivíduos com IC, relativamente à classificação da NYHA (fig. II). Assim, em 2035 é expectável que o número de doentes em ambulatório com IC em classe II da NYHA ascenda a 112 781 e em classes III e IV ascenda a mais de 136 000 indivíduos (fig. 2).» deve‐se ler «Foi, ainda, estimado o número absoluto de indivíduos com IC, relativamente à classificação da NYHA (Fig. II). Assim, em 2035 é expectável que o número de doentes em ambulatório com IC em classe II da NYHA ascenda a 143 496 e em classes III e IV ascenda a mais de 136 000 indivíduos (fig. 2).».

  • 3)

    Na secção de discussão, onde se lê «A análise da projeção relativa aos subtipos de IC indica que já em 2018 iremos ter 126 898 indivíduos com IC com função sistólica preservada, na sua grande maioria idosos e do sexo feminino, o que corrobora a literatura existente12.», deve‐se ler «A análise da projeção relativa aos subtipos de IC indica que já em 2018 iremos ter 159 717 indivíduos com IC com função sistólica preservada, na sua grande maioria idosos e do sexo feminino, o que corrobora a literatura existente12.».

  • 4)

    A Tabela 1 deverá ser substituída pela seguinte:

    Tabela 1.

    Estimativa, em números absolutos, dos diversos tipos de IC na populac¸ão com idade superior a 25 anos

    Subtipo de ICDisfunção sistólica  Função sistólica preservada  Doença valvular  Doença pericárdica  IC direita 
    Prevalências EPICA
    1998‐2000
      M (%)  1,91  0,88  0,68  0,05  0,63 
      F (%)  0,75  2,42  0,70  0,03  0,28 
    Censos 2011  70.486  36.138  27.053  1.876  27.270 
      34.967  110.293  31.967  1.451  12.588 
      MF  105.453  146.431  59.020  3.327  39.858 
    Cenário central201871.769  39.741  27.910  2.110  29.438 
    38.625  119.976  33.877  1.573  13.589 
    MF  110.394  159.717  61.787  3.683  43.027 
    203579.477  50.831  32.924  2.681  38.090 
    48.193  145.298  39.739  2.063  16.105 
    MF  127.670  196.129  72.663  4.744  54.195 
    206074.721  52.613  33.643  3.014  38.478 
    50.660  151.777  44.097  2.134  14.948 
    MF  125.381  204.390  77.740  5.148  53.426 
    208067.814  48.360  31.244  2.728  36.152 
    43.347  129.836  37.979  1.876  12.747 
    MF  111.161  178.196  69.223  4.604  48.899 

    Para o período 1998‐2000 (estudo EPICA) são apresentadas as prevalências de indivíduos com mais de 25 anos, por subtipo de IC e por sexo, na população portuguesa. Para os anos 2011, 2018, 2035, 2060 e 2080 são apresentadas as projeções para os números absolutos de indivíduos com mais de 25 anos, por subtipo de IC e por sexo, na população portuguesa. Não são apresentadas as prevalências para os casos de subtipo de IC multifatorial e de classificação desconhecida. M: sexo masculino, F: sexo feminino. MF: somatório de indivíduos do sexo masculino e feminino.

Copyright © 2017. Sociedade Portuguesa de Cardiologia
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